sábado, 26 de março de 2016

A importância da música na vida humana

1. A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA VIDA HUMANA. Mauro Júnior Rodrigues SousaMauro Júnior Rodrigues Sousa 2. • a musicalidade é tão primordial à espécie quanto a linguagem e entender a relação entre música e cérebro é crucial para a compreensão do homem. • A música está presente em todas as culturas e apresenta, nos seres humanos, aspectos únicos que não têm paralelo na linguagem. • A música une as pessoas, pois constitui-se um dos maiores elementos de agregação entre os seres humanos. 3. PRIMEIROS INDÍCIOS objeto feito de osso de abutre foi achado na mesma caverna da mais antiga escultura do corpo humano A flauta de Hohle Fels é mais completa e um pouco mais velha que fragmentos de osso e marfim de sete outras flautas, também encontradas no sul da Alemanha flauta de 35 mil anos é o mais antigo instrumento musical 4. As primeiras manifestações da música coletiva • Historicamente os sumérios são considerados a primeira civilização musical propriamente dita 5. A GÊNESE DA TEORIA MUSICAL o manuscrito fragmentado de Eurípides intitulado “Orestes”• O manuscrito de Eurípides é considerado o primeiro registro da escrita musical e foi escrito num papiro em 408 a. C. 6. Os gregos e as musas a etimologia da palavra 7. A MÚSICA HOJE o prazer de ouvir e tocar 8. A musica e o cérebro Um dos maiores poderes da música é controlar emoção, desenvolver, provocar respostas emocionais. Anatomicamente, podemos dizer que algumas regiões do cérebro afetadas pela música estão perto daquelas ligadas às emoções, envolvidas nas percepções dos cheiros que despertam memórias. 9. • A música é um dos estímulos mais potentes para ativar os circuitos do cérebro • A janela de oportunidades musical abre-se aos 3 e fecha-se aos 10 anos. Podemos considerar esse o período mais fértil para os processos de aprendizagem, sendo um dos mais produtivos o da Música. 10. O ensino de música e a legislação no Brasil hoje • Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos • LEI Nº 11.769, DE 18 DE AGOSTO DE 2008. • Mensagem de veto Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para dispor sobre a obrigatoriedade do ensino da música na educação básica. • O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: • Art. 1o O art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescido do seguinte § 6o : • “Art. 26. .................................................................................. • ................................................................................................ • § 6o A música

A MÚSICA TERAPIA COMO CURA

Ouvir música é saudável para toda a gente. Alivia tensões, ajuda a refletir, transporta-nos para cenários de prazer, cura-nos. Qual a importância da música na sua saúde a na sua vida? Cantar pode até não espantar os males, como apregoa a sabedoria popular, mas a utilização de sons, ritmos e melodias ajuda a restabelecer a saúde de alguns pacientes. É o que garantem médicos das mais diferentes especialidades, que utilizam a musicoterapia como recurso terapêutico no tratamento multidisciplinar de inúmeras doenças, como hipertensão, enfermidades cardiovasculares e até câncer. O efeito terapêutico da música, porém, vai muito além do aspeto tranquilizante de uma sonata de Bach ou uma sinfonia de Beethoven. Estudos garantem que a música potencializa a reabilitação de pacientes em casos de doenças degenerativas do cérebro, como Parkinson e Alzheimer, melhora a coordenação motora de deficientes físicos e induz a liberação de certas substâncias, como dopamina e serotonina, que proporcionam sensação de prazer e bem-estar Normalmente, a música clássica e as canções de ninar são as mais indicadas porque a frequência cardiorrespiratória do paciente tende a acompanhar o ritmo da música que ele está ouvindo. Algumas, em vez de diminuir, até aumentam. A técnica é tão eficiente que, ao reduzir a dor e a ansiedade, reduz-se também o consumo de analgésicos e sedativos”, afirma a cardiologista.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Ela mexe com as emoções

A música mexe e muito com as emoções. Dependendo do estilo da melodia, inspira medo, raiva, compaixão, alegria e muitas outras. Por esse motivo, é fundamental para outras artes como a dramaturgia, cinema e até mesmo para a propaganda. Em razão disso, são diversos os casos onde o indivíduo é questionado sobre a trilha sonora de sua vida. E creia. São as mais variadas possíveis e sempre dentro do fator das possibilidades de interação com o mundo exterior próprio de cada um. Os estilos de música foram se multiplicando ao longo do tempo, assim como as formas de executá-la. Têm-se desde as maravilhas deixadas pelos compositores eruditos até o polêmico funk. E devido o fato de que melodia e letra dessas músicas serem simplistas e apelativas, do ponto de vista da linguagem e tema, ela é frequentemente combatida. A intenção é retirá-la da categoria, mas sim. Funk é música. O que deve ser focado é o direito de cada se afinizar com o som que mais o atrai e satisfaz.

Música

A música é a arte de combinar os sons de modo agradável à audição humana. Ela é também uma forma de comunicação, utilizada pelas pessoas há milhares de anos. Acredita-se que, na Pré-História, o ser humano já utilizava a música em rituais religiosos, marcando o ritmo com as mãos e os pés. Os gêneros musicais Ao longo do tempo, as diferentes culturas humanas desenvolveram inúmeros gêneros musicais. Podemos aprender a ouvir este ou aquele gênero, mas, de maneira geral, a escolha do gênero é determinada pelo gosto pessoal. Em nossa cultura existem, por exemplo, a chamada música erudita, que teve compositores europeus de destaque, como Mozart (1756-1791) e Beethoven (1770-1827); a música folclórica (bumba-meu-boi, capoeira, maracatu, polca, etc.), que é o conjunto das canções tradicionais de um povo; a música popular (samba, rock’n roll, jazz, rap, bossa nova, sertaneja, etc.); a música sacra, de temas religiosos; a música eletrônica, na qual os sons são reproduzidos eletronicamente, etc. Existem vários outros critérios para definir gêneros musicais.